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Porque é tão difícil PERDOAR?


Quando uma pessoa sofre maus tratos, rejeição, ou o seu cônjuge faz algo que não deveria ter feito, a pessoa sente-se agredida e a natureza humana clama por vingança. Não são poucas as vezes em que a pessoa se deixa dominar pelo ódio. Qando o ódio, a raiva ou a vingança estão presentes no coração de alguém, torna-se muito difícil comprender a importância de perdoar, bem como desenvolver o desejo de fazê-lo.

O perdão é o óleo dos relacionamentos: reduz o atrito e faz com que as pessoas se aproximem umas das outras. Uma pessoa com ressntimentos é incapaz de desenvolver relacionamentos profundos e verdadeiros. Um cônjuge ressentido destrói a possibilidade de intimidade no casamento, especialmente na área da comunicação. O outro cônjuge viverá com medo de ofender, sem coragem de comunicar-se com franqueza, receoso de que o parceiro se aproveite da sua vlnerabilidade. Finalmente, a amargura e o ressentimento vão dominar o relacionamento.

Quando a prática do perdão é comum no casamento, leva a uma intimidade crescente porque gera abertura na comunicação. Sentir-se amado a despeito dos seus erros e aceite, mesmo depois de ter ofendido o outro, leva a um sentimento de gratidão e a retribuir o amor assim manifestado com um amor mais profundo.

Atribui-se à esposa de Billy Graham a frase: "Um casamento bem sucedido é o resultado da união de dois grandes perdoadores." Sem perdão não há relação conjugal de êxito, pois vem sempre o momento em que, mesmo involuntariamente, nos magoamos um ao outro.

in "Vida Familiar - Construir em Amor", Area departamental da família da u.p.a.s.d.

Mãe - "A Rainha do Lar"


      O rei em seu trono não tem função mais elevada que a mãe. A mãe é a rainha do lar. Ela tem em seu poder o modelar o caráter dos filhos, para que estejam capacitados para a vida mais alta, imortal. Um anjo não desejaria missão mais elevada; pois em fazendo sua obra ela está realizando serviço para Deus. Compreenda ela tão-somente o elevado caráter de sua tarefa, e isto lhe inspirará coragem. 

      Compreenda ela a dignidade de sua obra e tome toda a armadura de Deus, para que possa resistir a tentação de conformar-se aos padrões do mundo. Sua obra é para o tempo e a eternidade. 
 
    A mãe é a rainha do lar, e os filhos são os seus súbditos. Deve governar a casa sabiamente, na dignidade de sua maternidade. Sua influência no lar deve ser excelsa; sua palavra, lei. Se é cristã sob o governo de Deus se imporá ao respeito dos filhos. 

    Os filhos devem ser ensinados a considerar sua mãe, não como uma escrava cujo trabalho seja servi-los, mas como uma rainha que deve guiá-los e dirigi-los, ensinando-os mandamento sobre mandamento, regra sobre regra.

in "Lar Adventista" - E.G.White