OFERTA do LIVRO: "O Grande Conflito"



DESCRIÇÃO

Esta obra, que conta com centenas de milhões de cópias espalhadas por todo o mundo, responde a importantes questões como: qual o sentido de tudo o que acontece? Porque testemunhamos acontecimentos dramáticos a cada dia? Que grandes eventos irão suceder neste planeta? Como a Bíblia revela o que está no futuro?

Desde as tristes cenas da queda de Jerusalém até à grande crise e ao despertamento religioso preditos na Bíblia, este é o relato da luta entre o bem e o mal, a luz e as trevas, a esperança e o desespero. Que termina com a vitória da vida, da glória eterna e do amor de Deus.

Autora: Ellen G. White

OFERTA

Entregamos em mãos na zona de Lisboa. Pode contactar-nos por email: amigos.adventistas@iol.pt

 

INDICE

Introdução / 7

I. O Destino do Mundo

1 - Predito o Destino do Mundo / 17
2 - O Valor dos Mártires / 39
3 - Como Começaram as Trevas Morais / 49
4 - Um Povo que Difunde Luz / 61
5 - Arautos de uma Era Melhor / 79
6 - Dois Heróis da Idade Média / 97
7 - A Influência de um Bom Lar / 120
8 - O Poder Triunfante da Verdade / 14



II. Despertam as Nações

9 - A Luz na Suíça / 171
10 - A Europa Desperta / 185
11 - Os Príncipes Amparam a Verdade / 197
12 - Os Nobres da França / 211
13 - A Liberdade nos Países Baixos / 237
14 - Progressos na Inglaterra / 245
15 - A Escritura Sagrada e a Revolução Francesa / 265
16 - O Mais Sagrado Direito do Homem / 28

 

III. Esperança Triunfante


17 - A Esperança que Infunde Alegria / 299
18 - Uma Profecia Muito Significativa / 317
19 - Luz Para os Nossos Dias / 343
20 - Um Grande Movimento Mundial / 355
21 - A Causa da Degradação Atual / 375
22 - Profecias Alentadoras / 391
23 - O Santuário Celestial, Centro de Nossa Esperança / 409
24 - Quando Começa o Julgamento Divino / 423
25 - A Imutável Lei de Deus / 433
26 - Restauração da Verdade / 451
27 - A Vida que Satisfaz - Como Alcançar Paz de Alma / 461

 

IV. A Única Salvaguarda


28 - O Grande Juízo Investigativo / 479
29 - Por que Existe o Sofrimento / 492
30 - O Pior Inimigo do Homem, e Como Vencê-lo / 505
31 - Invisíveis Defensores do Homem / 511
32 - Os Ardis de Satanás / 518
33 - É o Homem Imortal? / 531
34 - Oferece o Espiritismo Alguma Esperança? / 551
35 - Ameaça à Consciência /563
36 - O Maior Perigo Para o Lar e a Vida / 582
37 - Nossa Única Salvaguarda / 593
38 - O Último Convite Divino / 603
39 - Aproxima-se o Tempo de Angústia / 613
40 - O Livramento dos Justos / 635
41 - Será Desolada a Terra / 653
42 - O Final e Glorioso Triunfo / 66

 

 

 

Strogonoff de Glúten


INGREDIENTES
- 1/2 Kg de tomate sem pele - 1 cebola grande picada
- 1 copo de milho-verde
- 1 copo de palmito

- Ervilha
- 1 copo de cogumelo
- 600 g de bife de glúten
- 1 colher (sopa) de salsa picada
- 4 colheres de ricota fresca
- 2 colher (sopa) de óleo
- 2 colher (sopa) de
shoyo ou sal a gosto
- 10 azeitonas picadas
- 1 ou 2 colheres de farinha de trigo branca 


MODO DE PREPARAR
Bata o tomate no liquidificador e depois passe-os na peneira. Faça um refogado com cebola e salsa, adicionando também os tomates. Deixe-os cozinha por alguns minutos e adicione as azeitonas picadas, o palmito picado, o milho, os cogumelos, deixando-os ferver um pouco. Junte os bifes de glúten e a ricota. Se o molho ainda estiver ralo, junte 1 ou 2 colheres de farinha de trigo.

Um Saudável Estilo de Vida (Série Heróis da Fé)

Dieta dos adventistas do sétimo dia

 

Entre as dietas de hoje, o vegetarianismo tem sido a escolha de cada vez mais pessoas, tendo o veganismo também crescido mundialmente. Algumas pessoas, por ética, outras em defesa aos animais ou por um estilo de vida mais saudável. Há também o crudivorismo, que se baseia na premissa de que os alimentos devem ser consumidos sempre em seu estado natural e não cozidos. Dentre essas e muitas outras dietas, talvez você esteja se perguntando: “Por que um artigo para introduzir mais uma dieta?”.



Primeiramente, é importante definirmos o que é uma dieta. E então entendermos qual a composição da dieta estabelecida por Deus e por que foi estabelecida dessa maneira.
Uma definição médica comum para dieta é “um regime de comida/bebida com o objetivo de emagrecimento”. Mas seria só isso? Do greto diaita, a palavra dieta significa, literalmente, “maneira de se viver”, isto é, como guiamos nossa vida em termos de alimentação.
Princípios da dieta
É importante entendermos quais são os dois princípios estabelecidos por Deus para nosso regime alimentar.
O primeiro princípio é a simplicidade:
“Devemos sentir-nos satisfeitos com alimento simples, puro, preparado da maneira mais simples. Este deve ser o regime de grandes e humildes.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 85.
“[...] crianças devem aprender que têm de comer para viver, e não viver para comer.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 230.
“O verdadeiro jejum que se deve recomendar a todos, é a abstinência de toda espécie de alimento estimulante, e o uso apropriado de alimentos simples e saudáveis, por Deus providos em abundância. Os homens precisam pensar menos sobre o que comer e o que beber, com relação a alimentos temporais, e muito mais com respeito ao alimento do Céu, que dará tono e vitalidade a toda a experiência religiosa.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 90.
Deus deseja que nós, seus filhos, tenhamos simplicidade ao comer, pois nosso foco não deve estar em tesouros e posses terrenas, mas sim nos tesouros celestes que Cristo tem reservado. Por isso, se nosso foco estiver no que comer ou beber, jamais entenderemos e apreciaremos as verdadeiras maravilhas que Deus quer nos dar. Devemos utilizar o alimento simples para dispor de boa saúde física e mental, o que nos tornará mais aptos para entender suas mais profundas verdades. Não porque merecemos ou pelos nossos esforços em comermos isso ou aquilo, mas porque essas são as leis da natureza estabelecidas pelo Criador! Quando violamos o princípio da simplicidade no comer e beber, não podemos estar em harmonia com as leis da natureza.
O segundo princípio fundamental é utilizarmos a inteligência dada a nós, pelo Criador, para raciocinarmos da causa para efeito:
“É nosso dever agir prudentemente no que concerne a nossos hábitos de comer, ser temperantes, e aprender a raciocinar de causa para efeito. Caso façamos nossa parte, o Senhor fará a Sua em conservar-nos a energia cérebro-nervosa.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 492.
“Deveis compreender que cada órgão do corpo deve ser tratado com respeito. Em questão de regime alimentar, deveis raciocinar da causa para o efeito.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 112.
E o que isso significa? Que antes de comer ou beber qualquer coisa, devemos raciocinar qual será o efeito daquele alimento em nosso organismo. Devemos levantar perguntas à nossa razão: “Necessito realmente deste alimento agora? A combinação que estou fazendo fará bem aos meus órgãos? Este alimento causará algum tipo de barreira física e/ou mental para compreender e realizar a vontade de Deus?” E ao pensar na resposta, devemos estar constantemente orando a Deus para que Ele nos ilumine e nos dê força para fazer a melhor escolha! E tenha a certeza que Ele não nos abandonará.
Povo peculiar, dieta peculiar
Com esses princípios em mente qual seria a dieta mais apropriada, então? O veganismo, por não conter nenhum alimento de origem animal? O crudivorismo, devido a seu apelo à uma alimentação com base em alimentos não cozidos ou processados? Ou simplesmente o vegetarianismo?
Ao invés de tentarmos descobrir qual o regime mais apropriado ou tentar estabelecer uma combinação das dietas, Deus, em Sua infinita sabedoria, para evitar o preconceito em relação a qualquer regime alimentar existente, nos leva a uma dieta que difere das outras, não só pelo alimento que é abrangido pela dieta, mas pelo objetivo: um povo peculiar na terra (veja Deuteronômio 14:2 e 1 Pedro 2:9), que anuncia a segunda vinda de Jesus e que guarda Seus mandamentos. Ser o povo peculiar de Deus não significa ser superior a alguém, mas simplesmente viver de acordo com os princípios divinos, esvaziar-se de si mesmo e levar a mensagem de que nosso foco não é comida e bebida, mas, sim, o reino de Deus.
Você está disposto(a) a seguir em frente com a dieta divina? É sua saúde, sua escolha.
“Nossos hábitos de comer e beber mostram se somos do mundo ou do número daqueles a quem o Senhor, por Seu poderoso cutelo da verdade separou do mundo. Estes são Seu povo peculiar, zeloso de boas obras.” Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 379.

Por Tháles Oliveira – Mudança de Escolha
in www.tudoparavegetarianos.com.br

Para Ser Vegetariano - Perguntas e Respostas


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P: A alimentação vegetariana é mais saudável do que a cárnea?
R: Incontáveis estudos científicos já demonstraram que os vegetais, a fruta, as oleaginosas, os legumes e os grãos integrais têm propriedades redutoras de doenças. Assim, é menos provável que os vegetarianos sejam obesos, tenham doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, cancro do cólon, doenças renais, demência, doença diverticular, pedras na vesícula e artrite reumatóide.
P: O termo “alimentação baseada em plantas” está a tornar-se comum. Qual é a definição?
R: De acordo com o American Institute for Cancer Research [Instituto Americano para Investigação do Cancro] (que cunhou o termo “alimentação baseada em plantas”) trata-se de uma alimentação simples, em que a maior parte dos alimentos ingeridos é de origem vegetal.
P: Há alguns nutrientes de especial preocupação para os vegetarianos?
R: Sim. Embora uma alimentação totalmente vegetariana, bem planeada, vá ao encontro das recomendações de nutrientes a serem tomados, muitos vegans ingerem níveis significativamente mais baixos de vários nutrientes, tais como vitamina B12, vitamina D, cálcio, zinco, iodo e ácidos gordos ómega-3. É recomendada a suplementação para ajudar a obter as quantidades adequadas. Quando eliminam o peixe, os vegetarianos podem não consumir ácidos gordos ómega-3 suficientes, a não ser que consumam, de forma regular, alimentos ricos nesta gordura, tais como sementes de linhaça, nozes e produtos de soja. Quando os produtos lácteos são eliminados da alimentação, têm de ser substituídos por equivalentes adequadamente enriquecidos de leite de vaca ou por suplementos dietéticos. Nos países onde os produtos não-lácteos não estão disponíveis, uma alimentação vegan não é recomendada. Os ovolactovegetarianos que associam os produtos lácteos e ovos com os seus grãos integrais, fruta, vegetais, oleaginosas, sementes e legumes, conseguem, facilmente, estar a par das linhas mestras nutricionais sem suplementos. Claro que qualquer alimentação – vegetariana ou omnívora – pode ter deficiências em nutrientes se não for bem planeada ou estiver cheia de más escolhas alimentares.
P: Como vegetariano, consigo ter uma alimentação equilibrada?
R: A resposta é um claro e bem definido sim! De acordo com a American Dietetic Association and the Dietitians of Canada [Associação Dietética Americana e os Dietéticos do Canadá], uma alimentação vegetariana bem planeada é saudável e nutritiva e pode satisfazer todas as recomendações de ingerência de nutrientes e as linhas mestras da National Academy of Scienses’ Food and Nutrition Board [Conselho de Alimentos e Nutrição da Academia Nacional de Ciências]. Tanto a dieta ovolactovegetariana como a vegan (totalmente vegetariana) são apropriadas para qualquer grupo etário, incluindo mulheres grávidas ou a amamentarem.
P: Posso obter vitamina B12 de alimentos vegetais?
R: Não. A não ser que as plantas estejam contaminadas por fezes. A vitamina B12 é produzida naturalmente por bactérias nos intestinos dos animais, onde é absorvida e transferida para o leite e para a gema de ovo. A B12 não faz parte do código genético das plantas, por isso, elas não são uma fonte segura dessa vitamina. Alguns alimentos, tais como o miso (uma pasta alimentar fermentada rica em proteínas, consistindo maioritariamente de feijão de soja, sal, e grãos de cevada ou arroz) e tempeh (um alimento asiático preparado com feijão de soja fermentado e um fungo vegetal) podem conter formas inactivas de vitamina B12 que poderão interferir com a absorção da forma activa necessária à boa nutrição.
Os nutricionistas recomendam que os vegetarianos estritos usem suplementos de vitamina B12 ou escolham alimentos enriquecidos com ela na quantidade de 2.6 microgramas por dia. Quantidades mais elevadas não são prejudiciais. À medida que as pessoas envelhecem, até mesmo os omnívoros poderão vir a necessitar de tomar suplementos de vitamina B12. A B12 comercialmente fornecida e usada em suplementos é produzida por bactéria cultivada em meio vegetal e, por isso, é aceitável até para os vegans.
P: O que é que os vegetarianos devem ter em mente quando estão a planear a sua alimentação?
R: Todos os vegetarianos precisam de ingerir uma grande variedade de alimentos vegetais integrais. Os ovolactovegetarianos devem escolher produtos lácteos pobres em gordura. E os vegans devem usar suplementos para os ajudar a chegar aos níveis nutricionais recomendados.
P: Os vegetarianos conseguem obter proteína de alta qualidade suficiente dos alimentos vegetais?
R: Sim, e é mais fácil do que se pensa. O indivíduo médio, com actividade moderada, precisa de, aproximadamente, 12 a 15 por cento das suas calorias como proteína (os vegans poderão necessitar de ingerir um pouco mais de proteínas do que os omnívoros). A carne não é a única fonte de proteínas. Muitos alimentos com proteínas vegetais fornecem proteínas de qualidade tão elevada como as da carne. Quando uma pessoa obtém calorias suficientes de uma alimentação vegetariana saudável e equilibrada, há proteínas adequadas. (Veja as págs. 10-12 para saber mais).
missing image fileP: Se eu eliminar os produtos lácteos, onde irei buscar a quantidade adequada de cálcio?
R: Os legumes verdes, pobres em oxalato, tais como os brócolos, os vegetais de folha verde escura e a couve galega, fornecem cálcio de alta qualidade mas têm de ser comidas em quantidades suficientes.
São necessárias três a quatro chávenas de couve galega para obter a mesma quantidade de cálcio absorvido de três copos de leite. Os ovolactovegetarianos devem beber três copos de leite por dia. A bebida de soja é equivalente ao leite de vaca, desde que seja enriquecida com vitamina B12, vitamina D e cálcio.

Stoy E. Proctor
Médico

Porque é tão difícil PERDOAR?


Quando uma pessoa sofre maus tratos, rejeição, ou o seu cônjuge faz algo que não deveria ter feito, a pessoa sente-se agredida e a natureza humana clama por vingança. Não são poucas as vezes em que a pessoa se deixa dominar pelo ódio. Qando o ódio, a raiva ou a vingança estão presentes no coração de alguém, torna-se muito difícil comprender a importância de perdoar, bem como desenvolver o desejo de fazê-lo.

O perdão é o óleo dos relacionamentos: reduz o atrito e faz com que as pessoas se aproximem umas das outras. Uma pessoa com ressntimentos é incapaz de desenvolver relacionamentos profundos e verdadeiros. Um cônjuge ressentido destrói a possibilidade de intimidade no casamento, especialmente na área da comunicação. O outro cônjuge viverá com medo de ofender, sem coragem de comunicar-se com franqueza, receoso de que o parceiro se aproveite da sua vlnerabilidade. Finalmente, a amargura e o ressentimento vão dominar o relacionamento.

Quando a prática do perdão é comum no casamento, leva a uma intimidade crescente porque gera abertura na comunicação. Sentir-se amado a despeito dos seus erros e aceite, mesmo depois de ter ofendido o outro, leva a um sentimento de gratidão e a retribuir o amor assim manifestado com um amor mais profundo.

Atribui-se à esposa de Billy Graham a frase: "Um casamento bem sucedido é o resultado da união de dois grandes perdoadores." Sem perdão não há relação conjugal de êxito, pois vem sempre o momento em que, mesmo involuntariamente, nos magoamos um ao outro.

in "Vida Familiar - Construir em Amor", Area departamental da família da u.p.a.s.d.

Mãe - "A Rainha do Lar"


      O rei em seu trono não tem função mais elevada que a mãe. A mãe é a rainha do lar. Ela tem em seu poder o modelar o caráter dos filhos, para que estejam capacitados para a vida mais alta, imortal. Um anjo não desejaria missão mais elevada; pois em fazendo sua obra ela está realizando serviço para Deus. Compreenda ela tão-somente o elevado caráter de sua tarefa, e isto lhe inspirará coragem. 

      Compreenda ela a dignidade de sua obra e tome toda a armadura de Deus, para que possa resistir a tentação de conformar-se aos padrões do mundo. Sua obra é para o tempo e a eternidade. 
 
    A mãe é a rainha do lar, e os filhos são os seus súbditos. Deve governar a casa sabiamente, na dignidade de sua maternidade. Sua influência no lar deve ser excelsa; sua palavra, lei. Se é cristã sob o governo de Deus se imporá ao respeito dos filhos. 

    Os filhos devem ser ensinados a considerar sua mãe, não como uma escrava cujo trabalho seja servi-los, mas como uma rainha que deve guiá-los e dirigi-los, ensinando-os mandamento sobre mandamento, regra sobre regra.

in "Lar Adventista" - E.G.White

Quiche de Cebola e Tofu



missing image filePara a base
Ingredientes
350g de farinha sem fermento
160g de margarina
8 colheres de sopa de água tépida
1 colher de chá de segurelha fresca picada
Sal e pimenta q. b.
Para o Recheio
Ingredientes
1 cebola branca média
1 cebola vermelha média
3 ovos
250ml de leite de soja
100g de Tofu
missing image file1 colher de chá de orégãos
1 colher de sopa de azeite
2 colheres de sopa de água
Sal q. b.
Modo de Fazer
Corte as cebolas em fatias com 3mm de espessura. Aqueça o azeite numa frigideira funda, junte as cebolas, os orégãos e a água e deixe cozer até estarem macias. Retire do lume e deixe arrefecer.
Numa taça misture bem os ovos, o leite de soja e o sal. Espalhe a cebola e o tofu partido em pedaços na forma. Cubra com a mistura dos ovos e leite de soja e cozinhe num forno quente a 220oC durante 25 minutos.
Sirva com uma boa salada.

in saudelar.com

"Face a Face" - Hinário Adventista

"Nunca te Deixarei" - Hinário Adventista

Pudins de Gelatina e Fruta Fresca


missing image fileIngredientes
100g de manga em cubos de 0,5cm
100g de maçãs verdes e vermelhas em cubos de 0,5cm
100g de ananás em cubos de 0,5cm
100g de melão em cubos de 0,5cm
100g de melancia em cubos de 0,5cm
100g de uvas cortadas em 4
100g de laranja em cubos de 0,5cm
100ml de sumo de maçã bem fresco
100ml de sumo de laranja bem fresco
250ml de água a ferver
1 saqueta de gelatina sem sabor (para fazer 500ml)
Modo de Fazer
Misture as frutas e divida entre formas individuais. Para melhor efeito ponha as formas no congelador durante 40 minutos o que ajudará a gelatina a endurecer mais depressa.
Dissolva a gelatina na água quente, misture-lhe os sumos e divida pelas formas. Ponha no frigorífico até estarem duras. Também poderão ser utilizadas gelatinas com sabores, mas para esse efeito junte só água ou sumo do mesmo sabor.
Desenforme os pudins e sirva com gelado ou natas.

Patê de Abacate

Ingredientes:
1 abacate bem maduro
1 colher de chá de levedura de cerveja
1 cebola cozida
1 dente de alho
1 pitada de orégãos
sumo de limão q.b.
sal q.b.

Modo de Fazer:
Corte o abacate no sentido do comprimento, remova o caroço e retire a polpa. Junte os restantes ingredientes e triture bem até formar um creme bem macio. Rectifique os temperos e está pronto para servir em tostas ou, até, em mini-pizzas.

"Deus Cuidará de Ti" - Hinário Adventista

"Sob Suas Asas" - Hinário Adventista

Tarte de Morangos



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Ingredientes
200g de bolacha maria
100g de manteiga vegetal
chantilly de soja q.b.
Modo de Fazer
Moa as bolachas na 1, 2, 3 até ficarem completamente desfeitas. Misture-as com a manteiga, forre uma tarteira de fundo amovível e leve ao forno a 170o durante 10 minutos. Faça, entretanto, o chantilly.

CHANTILLY DE SOJA
Ingredientes
1 chávena de café de bebida de soja sem sabor
2 chávenas de café de óleo de soja
1 chávena de café de frutose
bolacha ralada
sumo de meio limão
Modo de Fazer
Comece por bater no liquidificador a bebida de soja a que irá acrescentando, lentamente, o óleo. Verá que a mistura vai engrossando. Acrescente o sumo de limão que tornará a mistura sólida. Está pronto a usar para preencher a massa que, entretanto, deve ter arrefecido. Decore com a bolacha e com morangos.

O Paradoxo do Cálcio

O Paradoxo do Calcio 











Em 1991, a Organização Mundial de Saúde (OMS) enviou uma Mensagem às Nações com o relatório denominado Alimentação, Nutrição e Prevenção de Doenças Crónicas. O documento dizia: “...A alimentação da população dos países que sofrem de doenças crónicas baseia-se no elevado consumo de alimentos de origem animal, que contêm muita gordura e proteína, e de alimentos processados ou preparados com gordura, açúcar e sal. Esta alimentação, rica em calorias e pobre em amido, fibras e nutrientes, é denominada ‘alimentação emergente’. Uma vez que a gordura contém muitas calorias e poucos nutrientes, a alimentação emergente conduz a um padrão nutricional caracterizado pelo aumento do peso corporal e de carências nutritivas.”
Esse relatório concluiu que a população destes países apresenta um perfil de alto risco, definido pela prevalência da obesidade e níveis de tensão arterial e colesterol sanguíneo significativamente superiores ao de países com baixa incidência de doenças crónicas e hábitos alimentares saudáveis. É importante lembrar que os bons hábitos alimentares devem ser incentivados desde cedo, já que os factores que conduzem progressivamente às complicações cardíacas e ao cancro têm início na infância.
Osteoporose
A osteoporose figura entre as doenças decorrentes da alimentação. Esse problema ósteo-articular resulta da desmineralização óssea e pode ser causada por dois factores: pouco cálcio circulante ou grande eliminação de cálcio pela urina. O factor responsável pela osteoporose nas sociedades ocidentais não é a insuficiência de cálcio, mas sim a eliminação excessiva pela urina. E mesmo o suplemento de cálcio é frequentemente insuficiente para equilibrar as perdas excessivas desse mineral.
No lado oposto do padrão alimentar emergente, os vegetarianos, em todo o mundo, eliminam muito menos cálcio, e é esta a razão pela qual apresentam menores taxas de osteoporose, apesar de ingerirem menos cálcio do que os não-vegetarianos.
Em 1988, a American Dietetic Association, a maior entidade a reunir dietistas de todos os Estados Unidos, já tinha dado o seu veredicto: “...Uma considerável gama de dados científicos sugere uma relação positiva entre o estilo de vida vegetariano e a redução do risco de diversas doenças crónico-degenerativas, como a obesidade, a doença coronária, a hipertensão arterial, a diabetes e o cancro do cólon, entre outras. ... Os vegetarianos também apresentam taxas reduzidas de osteoporose, cancro de pulmão e da mama, cálculos renais e biliares e doença diverticular.”osteoporose
O relatório continuava: “Embora as dietas vegetarianas supram ou até mesmo excedam as necessidades proteicas, elas oferecem, tipicamente, menos proteína do que as dietas não vegetarianas. Esse menor consumo de proteína deve ser benéfico, uma vez que se encontra associado a um menor risco de osteoporose nos vegetarianos, além de uma melhor função renal em indivíduos com lesões preexistentes. Um menor consumo de proteínas geralmente reflecte uma alimentação com menos gordura, e as suas vantagens inerentes, uma vez que os alimentos ricos em proteínas são frequentemente ricos em gordura. É postura da American Dietetic Association que as dietas vegetarianas são saudáveis e nutritivamente adequadas quando planeadas de forma apropriada.”
Proteína X Cálcio
O consumo de proteínas afecta as necessidades diárias de cálcio. O seu consumo elevado acelera a eliminação do cálcio. Nesse caso, o consumo de aminoácidos sulfídricos deve ser o factor determinante, pois são mais amplamente encontrados nas proteínas animais do que nas vegetais. As pesquisas têm mostrado que o consumo excessivo de proteínas impede o corpo de reter cálcio. De facto, a proteína tem o que é tipicamente referido como “relação inversa” com o cálcio: quanto mais proteína se come, mais cálcio se perde.
A proteína, especialmente de origem animal, é ácida. No corpo, essa carga ácida deve ser calculada para manter o pH do sangue equilibrado. Com o intuito de contrabalançar a carga ácida da alimentação, os ossos são dissolvidos para libertar cálcio e fosfatos. Os fosfatos alcalinos neutralizam os ácidos. É por isso que as proteínas têm sido consideradas um equivalente à “chuva ácida”.
Em geral, os alimentos animais são ácidos e os vegetais, alcalinos. Portanto, a alimentação dos ocidentais deve ser o factor que acelera a sua perda óssea. Em consequência do excesso de proteína animal, mais uma importante mudança no organismo levará à osteoporose com grave comprometimento renal: os rins eliminam enormes quantidades de cálcio libertadas pelos ossos no sangue, que não serão compensadas pela absorção intestinal.
Pesquisas científicas nas últimas décadas descobriram diversos mecanismos pelos quais a proteína animal causa a eliminação de cálcio na urina, sendo a causa primária da osteoporose.
Num estudo conduzido pela Escola Médica da Universidade do Texas, em Dallas, publicado em 1988 no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, os cientistas compararam a eliminação urinária em indivíduos normais que receberam dois tipos diferentes de alimentação: uma contendo apenas proteínas vegetais e a outra somente proteína animal. Ambas as alimentações eram idênticas na quantidade de proteína, sódio, potássio, cálcio, fosfato e magnésio.
A eliminação urinária de cálcio foi 50% maior no período da alimentação de proteínas animais do que durante a alimentação de proteínas vegetais. Os autores concluíram que a incapacidade dos indivíduos em compensar a perda de cálcio urinário, induzida pela proteína animal, poderia predispor ao desenvolvimento de osteoporose e cálculos biliares nesses indivíduos.

O Paradoxo do Cálcio
Noutra publicação, o American Journal of Clinical Nutrition, foi divulgada uma pesquisa que estudou 1600 mulheres do sudoeste de Michigan usando o método fotónico de medição directa de densidade osteomineral. As mulheres com oitenta anos de idade, vegetarianas há pelo menos vinte anos, apresentaram apenas 18% de redução mineral óssea, enquanto as da sua idade que tinham a alimentação típica americana apresentaram uma redução de 35%.
No amplo estudo realizado pelo Dr. T. Colin Campbell com 6500 chineses, descobriu-se que, apesar da maioria dos chineses não consumir lacticínio algum, apenas obtendo o cálcio dos vegetais, a osteoporose é rara na China. O consumo de cálcio naquele país é equivalente a 50% do consumo de cálcio entre os norte-americanos. “Ironicamente”, diz o Dr. Campbell, “a osteoporose tende a ocorrer nos países onde o consumo de cálcio é mais elevado (o paradoxo do cálcio), proveniente na sua maioria de lacticínios ricos em proteínas”, que causam uma perda de cálcio maior do que a quantidade consumida.
Na sua maioria, os chineses consomem proteínas vegetais. Das 64.1g de proteínas que consomem por dia, 60g são de origem vegetal. A alimentação norte-americana diária inclui, em média, 90 a 120g de proteínas, mas apenas 27g são de origem vegetal. Além disso, os americanos são estimulados a consumir até 1500mg de cálcio por dia. Já a alimentação chinesa inclui, em média, 554mg de cálcio por dia. No entanto, enquanto os chineses apresentam uma baixíssima incidência de osteoporose, os norte-americanos, que ingerem grandes quantidades de proteínas e são estimulados a consumir maiores quantidades de cálcio, sofrem índices epidémicos de osteoporose.
Outro exemplo são os Bantu em África, onde as mulheres consomem em média apenas 50g de proteínas por dia. Isso é menos de metade da proteína consumida pela maioria das mulheres norte-americanas. No entanto, os Bantu apresentam baixos índices de osteoporose. Outras populações africanas revelam o mesmo padrão: consumo relativamente baixo de proteína e cálcio, com baixos índices de osteoporose.

Fracturas da Bacia
A alimentação vegetariana desses povos possibilita que absorvam mais cálcio do que os povos que consomem uma alimentação baseada em produtos animais. Apesar de tudo, a Comissão de Alimentos e Nutrição da Academia Nacional de Ciências norte-americana ainda aconselha as mulheres a consumir entre 1000 e 1500mg de cálcio por dia. Essa mensagem soa muito bem aos ouvidos do pessoal do Conselho Nacional de Lacticínios e dos fabricantes de suplementos de cálcio. Eles têm convencido as mulheres de que elas não podem suprir as suas necessidades de cálcio de forma adequada sem ingerir lacticínios ou tomar comprimidos de cálcio. Ironicamente, com base nos estudos populacionais, as pessoas que consomem mais cálcio apresentam os ossos mais fracos e as taxas mais elevadas de osteoporose.

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SUPLMENTOS
Quanto à “necessidade” de suplementos proteicos, sabemos que as proteínas animais aceleram o desenvolvimento natural de animais vegetarianos. Por esse motivo, os criadores utilizam rações elaboradas com partes de outros animais, com a sua gordura, drogas, medicamentos e toxinas, que deverão alojar-se na criação e em todos os que se alimentarem dela. Acontece que essa “engorda rápida” também acarreta maturação sexual psicologicamente prematura, além de envelhecimento e morte precoce pelas doenças relacionadas com essas proteínas: cancro, osteoporose, doenças cardíacas e renais.
Os suplementos de cálcio sob a forma de pílulas (incluindo antiácidos) fornecem poucos benefícios à saúde óssea, além de reduzir a capacidade de absorção de ferro em 60% e poder levar algumas pessoas à obstipação intestinal e às suas graves consequências.
Quanto aos efeitos antioxidantes dos suplementos vitamínicos, são infinitamente inferiores aos dos alimentos vegetais de onde têm origem. O importante é seguir a dieta como um todo, eliminando a ingestão desnecessária de proteínas, gorduras e açúcar, nocivos à saúde.
As fracturas da bacia são mais comuns nas nações industrializadas onde a proteína animal é ingerida em maior quantidade do que nos países
menos desenvolvidos. Quando os investigadores observam os países onde as fracturas da bacia são mais comuns, descobrem uma correlação directa entre as nações onde os indivíduos apresentam um elevado consumo de proteína animal. Nos países onde o povo usa vegetais como fonte primária de proteína, os índices de fractura da bacia são baixíssimos. A China e a África servem como exemplo.
Os estudos têm demonstrado que um consumo entre 150 a 200mg de cálcio por dia é adequado às necessidades da maioria das pessoas, mesmo durante a gestação e a lactação. Na realidade, a maioria da população mundial ingere de 300 a 500mg de cálcio por dia. O cálcio é tão eficazmente absorvido pelo intestino humano, e tão presente na alimentação de toda a humanidade, que a deficiência de cálcio por razões dietéticas é desconhecida nos seres humanos. Só naqueles lugares onde se consome cálcio e proteína em quantidades excessivas é que se observa deficiência de cálcio ósseo a níveis epidémicos. Os problemas de saúde comuns dos grandes consumidores de lacticínios incluem alergia alimentar, anemia, aterosclerose (que leva aos ataques cardíacos e derrames cerebrais), cancro da mama, do ovário e útero, diabetes, obesidade e graves infecções com ameaça de morte derivadas de vírus e bactérias comuns em animais.

Excesso de Proteínas
A civilização ocidental parece ter grande paixão pelas proteínas, infelizmente para a sua própria ruína. Acreditam e levam outros a acreditar que a proteína confere força e resistência. Na verdade, são os hidratos de carbono (amido) que conferem energia ao corpo humano. Um adulto necessita não mais do que 20g de proteínas por dia, para repor e reparar as células, mas um americano, por exemplo, consome, em média, cerca de 100g diárias.
casal_12865039.jpgO excesso de proteínas tem uma ampla variedade de efeitos negativos no organismo, envolvendo a função renal, além da perda de cálcio e outros minerais dos ossos e tecidos. Os pesquisadores estimam que duplicando o consumo de proteínas se aumenta em 50% a perda de cálcio na urina. Por outro lado, a redução no consumo de proteínas põe fim à perda de cálcio dos ossos.
É bom lembrar que o solo é a fonte primária de todo o cálcio da terra, e que as plantas tornam esse mineral disponível aos animais e também aos seres humanos, em deliciosos e coloridos pacotes digeríveis. O trato intestinal dos seres humanos possui um alto grau de eficiência que, sob quase todas as circunstâncias, é capaz de absorver cálcio suficiente às necessidades do corpo. As células intestinais agem como reguladoras da quantidade do cálcio que entra no corpo. Quando o conteúdo de cálcio da dieta é baixo, uma percentagem relativamente maior de cálcio será absorvida dos alimentos. Se a alimentação for rica em cálcio, apenas será absorvida uma pequena percentagem. As necessidades do corpo regem os factores que regulam a entrada de cálcio nas células da parede intestinal. Uma alimentação baseada em vegetais é rica em cálcio e em todos os outros nutrientes de que o organismo carece.


Rogério Frossard
Nutricionista especializado em medicina desportiva

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Almondegas de Nozes

Almondegas de Nozes
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150g de flocos de aveia
2 cebolas picadinhas
2 colheres de sopa de azeite
½ chávena de nozes moídas
1 colher de sopa de farinha maizena
½ chávena de pão ralado
¼ de pimento vermelho finamente picado
ervas aromáticas (exp. salsa, ervas de província, etc.)
bebida de soja q.b. para amassar e tender as almôndegas (mais ou menos uma chávena e meia)
Modo de Fazer
Salteie a cebola no azeite. Misture os outros ingredientes. Amasse juntando a bebida de soja até formar uma massa homogénea. Forme as almôndegas e leve ao forno a assar durante mais ou menos 15 minutos. Sirva com molho de tomate.

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Onde está o Cálcio para os meus Ossos?


Introdução
Muito se tem discutido e dito sobre as doenças dos ossos que afetam hoje um número crescente de pessoas nas sociedades ocidentais. A osteoporose tem sido apontada como uma das doenças da civilização. Além de debilitante, é uma patologia que se vai agravando com a idade.
Assim, procurar mecanismos para fazer face a esta patologia, quer pela sua prevenção, quer pela minimização dos seus efeitos através de uma recuperação da massa óssea, constitui uma problemática de elevada relevância.
Estamos habituados à publicidade que aponta para os produtos lácteos (nomeadamente o leite) como a panaceia milagrosa para resolver este problema. Existem mesmo leites enriquecidos com “cálcio” nas estantes dos supermercados que pretendem, de modo mais concludente, levar-nos a optar pela sua compra e uso.
Existem, associados ao consumo de produtos lácteos, vários problemas graves como sejam o cancro dos ovários, a obesidade, o cancro da próstata, a intolerância à lactose, as doenças do foro cardiovascular (e a lista poderia continuar). Estas consequências deveriam ser seriamente tidas em conta quando se pretende obter cálcio a partir destas fontes.
Mas não é só pelas consequências negativas que podem ser enumeradas que os adultos deveriam abster-se de consumir produtos lácteos, quando o objetivo é procurarem o cálcio de que necessitam. Existem outras razões, sendo que a mais relevante é que os produtos lácteos não só não são uma boa fonte de cálcio, como ainda eles próprios atentam contra a assimilação de cálcio pelo organismo. Isto é: mesmo o pouco cálcio que os produtos lácteos poderiam fornecer ao organismo é comprometido pela própria composição desses produtos lácteos.
Porquê? Por uma razão muito simples: a proteína animal provoca uma excreção de cálcio pela urina. Assim, uma pessoa que não consome produtos de origem animal pode finalmente precisar de menos cálcio (com melhores resultados de retenção do mesmo) do que uma pessoa que, consumindo produtos de origem animal, vê uma parte substancial do cálcio que ingere ser eliminada antes de ter a possibilidade de ser assimilada.
Ora, o aspeto relevante a ter em conta é, então, procurar a melhor fonte de cálcio. Sabe-se hoje que a couve e outras verduras, como os brócolos, são riquíssimas fontes de cálcio e que este cálcio tem um teor elevado de absorção pelo organismo. Novamente: não é tanto a quantidade que nos deveria levar a tomar decisões quando a questão da absorção de cálcio está em causa, mas é antes a qualidade dessa absorção.
Repare que existem elevados teores de cálcio em vários alimentos que não provocam efeitos negativos no organismo e que são de fácil absorção (Amêndoas: 1/3 de uma chávena tem 50mg; pasta árabe de grão-de-bico: meia chávena tem 81mg; quinoa (cereal andino): uma chávena tem 50mg; 2 colheres de sopa de tahine (pasta de gergelim) tem 128mg).
E os exemplos poderiam prosseguir.
Importa, no entanto, salientar que, para uma boa alimentação e absorção de cálcio, nada consegue igualar o consumo de couve e outros vegetais de cor verde escura. Por isso, faça deles uma presença regular na sua alimentação, que, associados ao sol e à atividade física, permitirão uma melhor assimilação desta importante componente para a saúde dos seus ossos.
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Tenha couve quase o ano todo!
A Couve
Couve é o nome dado genericamente a uma grande variedade de plantas herbáceas (Brassica sylvestris) que, ao longo dos séculos, têm sido apuradas e apreciadas na gastronomia no mundo inteiro. A couve faz parte do grande grupo das crucíferas – legumes que se distinguem pela forma da sua flor em cruz (entre outros, os nabos, os brócolos, a couve-flor, a couve-de-Bruxelas, a couve-vermelha, o rabanete), oferecendo ao consumidor produtos variados e de sabores diversos.
Derivadas de uma planta brava nas encostas da Mancha, as couves têm um elevado potencial nutritivo que deve ser considerado na alimentação. Ingrediente usual da dieta mediterrânica, a couve tem aplicações diferentes e é de simples plantio e manutenção.
Facilmente se planta em casa, numa varanda, cozinha, sala, podendo desempenhar um papel decorativo ao mesmo tempo que pode ser usada na alimentação.
Este é um legume presente em todas as estações do ano. São de maior procura a couve de sete semanas (que faz parte integrante da ceia tradicional do Natal português), a couve portuguesa (com a qual se faz o caldo verde), a couve coração-de-boi (de folha lisa) e a couve de folha frisada,
denominada vulgarmente por lombarda.
Outras espécies de couve:
1) Couve-repolho (com um grande olho)
Existem três famílias de couve-repolho: as couves de folhas lisas, de folhas empoladas e as couves de tonalidade vermelha (couves-roxas). Podem ser cozidas ou comidas em salada (se a sementeira for de março a maio, com uma ou duas transplantações de espera, com disposição na terra entre abril e junho, permite um consumo desde o fim do verão até ao início do inverno).
2) Couve-de-Bruxelas (com olhinhos ou rebentos)
Estes olhinhos, que se formam no ângulo das folhas sobre o caule, dão a esta couve um aspeto muito decorativo. Podem ser consumidos a partir do outono até à primavera. As hastes florais em botão podem ser comidas cozidas.
3) Couve-flor
Consome-se a inflorescência branca hipertrofiada antes do aparecimento das flores. Podem ser couves-flor banais ou couves-flor tardias, designadas por brócolos.
4) Couve verde ou couve portuguesa ou, ainda, couve-penca
Não forma repolho; são comidas as folhas. Tempo indefinido de produção (por vezes bianual). Caule ereto, longo, com folhas grandes, coreáceas, coloração verde-claro a escuro conforme a variedade, pode atingir cerca de 60cm a 1,5m de altura. Pode ser ondulada e dentada na borda, podendo formar cabeças na parte superior quando se prepara para florir. As flores são brancas ou amareladas, pequenas, seguidas de fruto.
As folhas têm sabor forte, sendo consumidas cozidas em diversos tipos de receitas.
5) Couve-Rábano
Com caule hipertrofiado em bola, não tem folhas.
6) Couve-nabo e nabo-da-Suécia
Com raiz muito grossa, a sua polpa é branca, enquanto a do nabo-da-suécia é amarela. Consomem-se
cozidas, como os nabos, nas sopas ou em “choucroute”.
missing image fileUma HoLa em terra
Terreno para cultivo de 10m2 (5x2m), divido em 12 partes iguais.
Todos os meses, veja a sua HoLa a crescer!
Espaço extra para a estufa (1x1m), a estação de compostagem e para arrumação dos utensílios.
Preparar
A preparação da terra para a plantação da couve passa por uma lavra em profundidade (35cm) na primavera. Os solos preferenciais são, assim, profundos, de textura média ou argilosos desde que bem drenados.
Como não é sensível ao frio, a geadas e ao excesso de chuva, a couve resiste bem aos rigores do clima português, o que permite ter couve quase ao longo de todo o ano, quer semeando quer plantando em terreno definitivo.
Semear
As couves reproduzem-se por semente.
É económico deixar florescer uma única das couves que cresceram num vaso na varanda ou em terra na horta, e colher as pequenas vagens quando já estão secas, a fim de aproveitar as sementes que elas contêm.
Algumas sugestões aquando da sementeira:
Nos finais do mês de agosto, pode ser feita uma sementeira diretamente no solo, tendo a precaução de misturar a semente com areia ou terra leve, a fim de que, quando lançada à terra, se criem espaços entre cada semente e, desta forma, cada germinação tenha possibilidade de se desenvolver livremente.
Caso a germinação seja ainda muito densa, nos finais do mês de setembro, quando a planta já tem três ou quatro folhas, poderá simplesmente arrancar alguns pés, eliminando-os ou transplantando-os para outra faixa do solo que esteja disponível para o efeito. Esta sementeira dar-lhe-á couve em abundância para os dias frios do inverno e ainda durante a primavera.
Plantar

missing image fileEm qualquer época do ano a sementeira pode ser feita em leiras, bem como a transplantação como atrás se refere, tendo o cuidado de enterrar a planta até à altura das primeiras folhas, deixando um espaço de 35cm entre cada uma delas.
Não dispondo de sementeira própria, merecerá ainda a pena comprar plantas nas casas de horticultura, e transplantar.
A couve gosta de terras profundas, fortes, frescas, e prefere climas ou épocas húmidas.
Tanto na sementeira como no transplante, proceder sempre ao enriquecimento do solo com estrume orgânico.
Couve todo o ano: exemplo – couve-de-Bruxelas. No entanto, este exemplo pode ser aplicado a outras couves (como a couve portuguesa, que pode ser semeada em agosto, por exemplo, para colher em dezembro).
Colheita
Sementeira
Plantação Disposição definitiva
setembro
Em terra quente/livre: fevereiro-março. Uma transplantação de espera em março-abril.
abril-maio
outono e inverno
Março-abril em terra livre.
Uma transplantação em abril-maio.
maio-junho
inverno-primavera
Em maio-junho com boa exposição ao sol. Uma transplantação em junho-julho.
julho

Cuidar
• Quinzenalmente, picar a terra em volta de cada planta (sachar), evitando o crescimento de ervas daninhas, e arejando o solo. Evitar esta sacha, se o solo estiver demasiado húmido.
• Arrancar as primeiras folhas do pé da planta quando esta cresce e aquelas que se apresentam amarelas.
• Nos meses de calor, regar abundantemente pelo menos duas a três vezes por semana.
• Ter o cuidado de semear flores de cores vivas em volta da horta; as joaninhas serão atraídas e ocupar -se-ão de eliminar o pulgão e outras moléstias que prejudicam o bom desenvolvimento da planta.
• A couve resiste muito bem ao frio e às geadas.
Colher
• A colheita da couve acontece sempre que dela se necessite, ao longo do ano, e segundo o provimento da horta que se cultivou.
• Para o caldo verde, colhem-se apenas algumas das folhas à volta da planta, do que resultará haver sempre provimento de novas folhas para consumo.
• As restantes espécies de couve poderão ser colhidas mesmo antes de atingirem o seu tamanho normal. Estas couves jovens são as melhores. Devem, no entanto, ser pesadas em relação ao seu tamanho, i.e., pequenas mas pesadas, e as folhas que estão à volta devem ser duras e verdes.
Cozinhar


Nutrir
No que concerne à sua riqueza em nutrientes essenciais, convém lembrar de que o aporte em vitamina C é comparável ao do limão, contém vitaminas do complexto B, que permitem ao organismo a assimilação do açúcar e das gorduras, e uma importante quantidade de vitaminas K, anti-hemorrágicas. Sem esquecer também o cálcio, o ferro, o magnésio e o enxofre, minerais que contribuem para a estabilidade de uma vida saudável.
Para mais informações nutricionais ver: Porto A, Oliveira L. Tabela da Composição de Alimentos. Lisboa: Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. 2006.
Sugestões e Soluções
A couve tem sido designada como o médico do povo por boas razões. A ingestão de couve diariamente é uma boa prática curativa e preventiva e, durante centenas de anos, vários grupos humanos fizeram dela justamente uma preferência (descrições pormenorizadas dos egípcios e romanos atestam para isso).
A couve é, para além da sua riqueza nutricional, um bom anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural. Alivia a prisão de ventre, a má disposição, cura ou alivia a dor de úlceras gástricas (uma das receitas nestas situações é sumo de couve durante 8 dias). Para além disto, em situação de cortes ou feridas, a aplicação de uma folha de couve permite uma cicatrização rápida.
Para as mães que amamentam e possam ter dores e inchaços, a aplicação de caules de couve abertos
e dos veios das folhas permite aliviar essas situações.
No inverno, o papel da couve é muito relevante, pois previne e cura constipações e gripes. É uma fonte muito rica de vitamina C ao ser consumida crua (em sumo, por exemplo, um copo pela manhã).
A couve cozinhada perde quase metade da sua vitamina C. A aplicação de cataplasmas de folha de couve crua na testa de doentes com febre tem-se revelado eficaz no combate às temperaturas altas. É notável a experiência da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, em que aves contaminadas pela gripe do vírus das aves recuperaram após uma semana de tratamento com couve-chinesa (11 em 13 dos animais). Estes dados ajudam-nos a perceber melhor o papel que a Natureza pode desempenhar perante os medos civilizacionais da atualidade (como foi o da gripe A de há algum tempo atrás).
A couve tem desempenhado um papel relevante no tratamento e mesmo na prevenção de certos tipos de cancro, como sejam o do cólon, da mama e dos ovários, pela estimulação hormonal e metabólica que induz.
A couve tem um papel relevante na recomposição mineral da massa óssea, sendo um aliado fundamental no combate à osteoporose. Além disso, contribui para a saúde dos dentes, do sangue, dos olhos, da pele e dos aparelhos digestivo e nervoso.
Combate a asma, a bronquite, as doenças do fígado e os cálculos biliares. No caso de hemorroidas, a aplicação de folha de couve amassada e de sumo de couve crua no local dorido alivia as dores e, associada a uma alimentação equilibrada, ajuda a superar as crises de hemorroidas. No combate à artrite e dores reumáticas, a aplicação de folhas de couve cozidas ainda quentes nas zonas doridas traz alívio.
Luís Nunes
Sociólogo da Medicina e da Saúde; Mestre em Saúde Pública

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"O Poder da Oração" - Alejandro Bullón

A promessa da Sua Vinda (2a.Vinda de Cristo)

"Amazing Grace" - Wintley Phipps

"Brilhar por Ti" - Leonardo Gonçalves

"O Milionário da Caverna" - Doug Batchelor

Tomate Recheado com Tofu

Tomate Recheado com Tofu
Ingredientes
4 tomates médios
125g de tofu
1 colher de sopa de alho em pó
2 colheres de sopa de levedura de cerveja
1 colher de sopa de azeite
salsa picadinha
sal q.b.
Modo de Fazer
Coloque o azeite numa frigideira e, quando estiver quente, misture o tofu esfarelado, o alho em pó, a levedura de cerveja e o sal. Vá incorpando bem os elementos até verificar que está amarelinho – mais ou menos 10 minutos.
Retire as sementes aos tomates, escalde--os, retire-lhes a pele e recheie com o tofu. Salpique com salsa picadinha.
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"Filmes e Telas" (Cinema) - Daniel Spencer

Dieta x Acção


É provável que todos os que praticam actividades físicas já se tenham sentido desanimados ou cansados e até pensaram em desistir de praticar um desporto ou exercício. Isso também pode ter acontecido com quem já se submeteu a diversas dietas rápidas e entrou no “efeito ioiô”. Desanimada, a pessoa entrega-se, assumindo a obesidade. Pior ainda, pode perder todo o gosto pelo exercício físico.
Por isso, é necessário que as pessoas aprendam o significado e a importância de comer bem, isto é, de trocar os maus hábitos por bons hábitos alimentares. Na verdade, trata-se de uma mudança do estilo de vida – o que não é algo muito agradável, pois exige garra e perseverança. Quando não conseguimos fazer isso sozinhos, precisamos de contar com a ajuda de profissionais da área da saúde, como endocrinologistas, nutricionistas, psicólogos e, para actividades físicas, um educador físico.

Dietas Rápidas
Hoje, a sociedade preocupa-se demasiado com o corpo e os padrões de beleza. Por isso, não faltam dietas para o controlo de peso – o que não significa que todas as dietas sejam boas para a saúde.
Geralmente, as dietas representam restrições em vários tipos de nutrientes, podendo causar muitos danos à saúde, como diminuição do rendimento físico, fadiga muscular, deficiências nutricionais, stresse, desidratação, anemia, baixa imunidade e problemas cardíacos.
Uma dieta com alimentos nutritivos em quantidades equilibradas é a alternativa ideal para quem deseja controlar o peso com saúde. No caso das dietas rápidas, a pessoa consegue uma perda de peso passageira, pois acaba por ter uma alimentação tão fora dos padrões que, ao retornar ao seu ritmo normal, volta a comer os tipos e a quantidade de alimentos que a fizeram ganhar peso.
Muitos insistem em fazer essas dietas influenciados pela publicidade que mostra pessoas com corpos esculturais, na tentativa de incentivar o desejo de emagrecer a qualquer preço. O problema é que as dietas que oferecem emagrecimento rápido fazem com que se perca água e músculo – e não propriamente gordura. Além disso, podem provocar graves distúrbios no metabolismo e no aparelho digestivo.
O melhor caminho para controlar o peso continua a ser a reeducação alimentar. Isso inclui a prática regular de actividade física, de forma a que o treino seja específico para cada pessoa.
O ideal é fazer um pouco de actividade física todos os dias, ou pelo menos três vezes por semana. Não há necessidade de ficar várias horas a fazer exercício para “suar bastante”, como dizem muitas pessoas que acham que para dar resultado têm que “suar as estopinhas”. Isso é um mito, pois o suor é a eliminação de água e não de gordura. As pessoas devem procurar uma actividade que lhes agrade, sob a orientação de um professor de educação física.
A moderação é o melhor caminho para uma dieta equilibrada. Comece por controlar as quantidades de açúcares, sal e sódio na sua alimentação. Beba, no mínimo, oito copos de água por dia e estabeleça um horário fixo para se alimentar, com três refeições por dia.
Evite assistir à televisão enquanto come. Prefira um ambiente tranquilo, para não promover agitação e ansiedade. Ao almoço e ao jantar, procure comer primeiro os vegetais crus, folhas verdes e legumes, como agrião, alface, rúcula e legumes, tomate, cenoura e beterraba, pois eles promovem uma sensação de saciedade mais rápida. Isso fará com que a sua fome diminua e coma os outros alimentos em menor quantidade.
É importante deixar claro que essas são apenas algumas orientações gerais. Procure um nutricionista para elaborar melhor o seu cardápio. Afinal, cada pessoa tem o seu biotipo e a sua necessidade diária.
É muito importante ir ao médico periodicamente para constatar como andam as taxas de vitaminas e minerais no seu organismo e também para poder estabelecer uma boa dieta alimentar. Isso aplica-se especialmente a pessoas que praticam actividades físicas ou que são atletas e precisam de um acompanhamento mais rigoroso para não virem a sofrer lesões, cãimbras, anemia, queda de imunidade, infecções e outras situações comuns.
Adriana Couto
Gabriel de Almeida

Professora de Educação Física

Benefícios da prática regular de actividade física
A actividade física, aliada ao consumo reduzido de alimentos, acelera a perda de gordura e melhora a distribuição corporal, aumentando a massa corporal magra. Contribui também para o alívio da ansiedade, do stresse e da depressão, melhorando o humor e o bom funcionamento dos órgãos, principalmente do coração.
Por isso, acção! Dê importância à sua qualidade de vida enquanto não há
restrições. E não se esqueça: os problemas de saúde também podem ser evitados com uma boa alimentação associada a uma actividade física moderada.

A importância das vitaminas e minerais
As vitaminas e os minerais são nutrientes que têm a função de regular o funcionamento do organismo. São encontrados principalmente em legumes, verduras e frutas. O seu consumo é imprescindível para uma boa saúde. Veja as principais
funções de alguns minerais e vitaminas:
Vitamina A – A sua função principal é auxiliar o crescimento celular. Contribui para o bom estado dos ossos, unhas e cabelos. Está presente nas frutas e legumes amarelos, como cenoura e abóbora.

Vitaminas B1, B2 e B3 – A sua função é manter e desenvolver a capacidade e a potência aeróbica, equilibrar o metabolismo de energia. Por isso, evita cãimbras e facilita o tempo de recuperação após esforço físico. Encontra-se nos legumes, grão-de-bico, couve, cereais, nozes e outros alimentos.
Vitaminas B6 e B12 – Contribui para o ganho de massa muscular, formação de glóbulos vermelhos e equilibra o metabolismo de proteínas e hidratos de carbono. Está presente nos lacticínios, grãos e cereais, verduras e legumes.
Vitamina C – Actua como antioxidante, aumenta a imunidade, contribui para o melhor desempenho físico, optimiza a absorção do ferro e promove a cicatrização. Encontra-se em frutas e verduras, como acerola, goiaba, laranja, morango, kiwi, melão, couve e brócolos.
Vitamina E – Actua como antioxidante, melhora a capacidade e a potência aeróbica. Contribui para a formação de glóbulos vermelhos e tecidos musculares. Encontra-se nos óleos vegetais, nas nozes e sementes, cereais e verduras.
Cálcio – Auxilia na contracção e potência muscular, formação dos ossos e coagulação do sangue. Está presente em grande quantidade em vegetais verdes como couve, brócolos, espinafre, rúcula e agrião. Encontra-se também na semente de gergelim, nozes, amêndoas e hortaliças em geral.
Fósforo – Promove a diminuição do cansaço físico e ajuda no funcionamento metabólico. Encontra-se nos cereais integrais e legumes.
Ferro – Faz o transporte e o armazenamento de oxigénio e evita o cansaço físico. Está presente na lentilha, na ervilha e nos vegetais verdes, entre outros.
Zinco – Actua como antioxidante, aumenta a imunidade e impede o cansaço físico. É encontrado no iogurte, em leveduras de cerveja, nos cereais, cogumelos, espinafre e semente de girassol.
Potássio – Controla cãimbras, os líquidos corporais, auxilia no metabolismo e na função muscular. Está nos produtos de grão integral e no abacate. Também no tomate, laranja, banana, frutas cítricas e secas e água de coco.
Selénio – Protege as membranas celulares actuando como antioxidante. Está presente no alho, na cebola e na castanha-do-pará.
Magnésio – Actua como antioxidante e contribui na contracção dos músculos. Está presente nos legumes, verduras e pães integrais.

Gratinado de Alho Francês e Sementes de Girassol




Ingredientes:
1 kg de alho francês
2 colheres de sopa de sementes de girassol
500 g de queijo fresco
100 g de queijo Gouda ralado
125 ml de leite
3 ovos
noz-moscada acabada de ralar
1 colher de sopa de sumo de limão
manteiga para o tabuleiro
sal q.b.
salsa para enfeitar (opcional)

Modo de Fazer:
Arranje o alho francês, cortando a base e livrando-se das folhas verdes, exteriores e da rama verde escura. Corte-o no sentido do comprimento e lave-o bem, para retirar possíveis areias. Coloque uma panela com água ao lume, até ferver e coza nela o alho francês durante 2 minutos. Em seguida, ponha-o num coador e passe-o por água fria. Deixe escorrer.
Torre, numa frigideira sem gordura, as sementes de girassol, mexendo sempre para que não se queimem. Deixe arrefecer.
Numa tigela, misture o queijo fresco com metade do queijo Gouda ralado e o leite. Acrescente as gemas, o sumo de limão, a noz-moscada e o sal. Bata as claras em castelo firme e envolva na mistura do queijo.
Unte um tabuleiro de ir ao forno e à mesa. Deite no tabuleiro metade da massa e alise com uma colher. Em seguida, distribua o alho francês e polvilhe com 1 colher de sopa de sementes de girassol. Deite por cima o resto da massa, cubra com uma tampa ou com uma folha de alumínio e leve ao forno previamente aquecido durante 20 minutos. Retire a tampa ou folha de alumínio, polvilhe com o resto do queijo ralado e das sementes de girassol e deixe gratinar durante cerca de 15 minutos. Se desejar, antes de servir, enfeite com as folhas de salsa bem lavadas.

O Sol por Testemunha

Reza a lenda que o mar é traiçoeiro. De facto, são várias as histórias de finais infelizes tendo como protagonista o gigantesco oceano. Há, contudo, outro “inimigo” a rondar as praias, principalmente no Verão. Aparentemente, o sol irá ajudá-lo a cometer o “crime perfeito” – um corpo lindamente bronzeado, por exemplo. Capcioso, no entanto, tempos depois ele virá cobrar o preço por testemunhar e agir como cúmplice desse “crime”. Isso porque, em geral, os efeitos verdadeiramente maléficos acarretados pelas radiações solares só se irão reflectir alguns anos mais tarde.
Mas o sol é tentador e a cor que dele resulta é mais ainda. Por isso, há uma fila enorme de aspirantes ao bronze neste Verão. O problema é que a maior parte das pessoas se expõe à luz solar em horários inadequados, com pouca ou nenhuma protecção. Para muitas delas, ficar bronzeado é um alvo que deve ser atingido a qualquer preço. Recentemente, os dermatologistas até criaram uma expressão para classificar esse grupo de “despreocupados”, o termo inglês sunaholics, traduzido por “viciados em sol”.
A esses incautos, um aviso: na melhor das hipóteses, a exposição demasiada ao sol e sem protecção rende manchas na pele (melasmas), perda de elasticidade e envelhecimento precoce (fotoenvelhecimento). Já na pior delas, um cancro de pele. Esse, sem dúvida, é o que mais assusta. Esse tipo de tumor é cada vez mais comum. Em Portugal, as estatísticas apontam 10 000 novos casos por ano.
Os malefícios solares são provocados pelos dois tipos mais comuns de raios ultravioletas: o UVA e o UVB. Segundo o médico oncologista José Octávio Ferreira, o UVA é o mais perigoso e agressivo. “Ele é o responsável pelo cancro melanoma e está presente a qualquer hora do dia”, informa. Já o UVB é mais forte entre as 10 e as 16 horas e responde pelos cancros basocelular e espinocelular, um pouco mais leves, mas muito mais frequentes. “O UVB é também o principal causador do fotoenvelhecimento e de manchas na pele em aproximadamente 50% dos casos,” acrescenta o
Dr. Ferreira.
Essas radiações têm maior impacto nas pessoas brancas, loiras e de olhos claros. Isso acontece porque o organismo delas apresenta baixo teor de melanina (principal pigmento da pele, responsável pela sua coloração), oferecendo, consequentemente, pouca defesa. Os morenos, mulatos e negros, por sua vez, têm mais resistência, pois possuem alto índice de pigmentação. O bronzeado, aliás, resulta de maior produção de melanina. Ao contrário do que muitos pensam, a cor bronze não significa saúde, mas sim uma forma do organismo se proteger contra o sol.

Protector e mais protector
Porém, admita-se: um corpo bronzeado no Verão é muito charmoso. E, na essência, não há nada de mal em apanhar sol, até porque a luz solar, quando moderada, é benéfica para o ser humano, prevenindo inclusivamente a osteoporose. E o bronze pode ser conquistado, sim, desde que os banhos de sol sejam tomados com cautela – guarda-sol, bonés, e chapéus, óculos de sol e muito, muito protector solar. Os cremes bronzeadores também são permitidos, desde que contenham um efeito protector. A tecnologia da protecção ao sol está tão avançada e difundida que até algumas roupas, principalmente as de algodão, estão a ser banhadas industrialmente com filtros.
É bom lembrar que, quanto mais branca é a pessoa, mais alto deve ser o Factor de Protecção Solar (FPS) do protector. Recomenda-se, no entanto, que ele não ultrapasse o FPS 32, para evitar reacções adversas. Mas esse factor já é suficiente, garantindo, aproximadamente, 95% de protecção contra o UVB.
Devem ser levados em consideração a quantidade de tempo e o horário de exposição. Os dermatologistas aconselham a não “torrar” mais de uma hora seguida. Já o horário proibido, por consenso, fica entre as 10 e as 16 horas. É nesse período do dia que as ondas de UVB são mais intensas. Isso não significa que no início do dia e no fim da tarde o protector solar seja  , pois o UVA actua sempre que há luz solar, em qualquer horário, em qualquer estação. Sendo assim, sem desculpas: é protector solar o tempo todo. Dentre os elementos químicos ideais para a protecção desse raio, um dos mais importantes é o Dióxido de Titânio, geralmente o “culpado” pelo rasto branco algum tempo depois da aplicação do protector.
Não adianta apenas passar o protector solar no início do dia e achar que o efeito se prolongará até ao fim da tarde. As campanhas publicitárias dizem que não, mas a probabilidade do produto sair na água é realmente grande. Não bastando, a maior parte dos protectores deixa de fazer efeito cerca de duas horas após a aplicação.
Segundo o dermatologista Moisés Albuquerque, pode ser feita uma excepção com os protectores solares que contenham o princípio activo do momento, o Tinosorb. Ele tornou-se o preferido dos dermatologistas justamente pela sua maior durabilidade, cerca de quatro horas. Quando contraposto ao componente químico mais frequente dos protectores, a Avobenzona, que protege apenas durante uma hora e meia, conclui-se que ele é realmente muito mais fotoestável.

Bronze alternativo
Para aqueles que não têm tempo ou disponibilidade para ir à praia, o segredo pode estar num método artificial, mas seguro: os cosméticos bronzeadores. “O uso de cremes autobronzeadores é uma forma saudável de ficar bronzeado,” garante Albuquerque. Esta não é nenhuma novidade do mercado de cosméticos e os resultados ainda não se equivalem às horas de sol à beira do mar ou da piscina. O efeito dura cerca de três dias, mas o resultado pode ser visto horas depois da aplicação.
O princípio activo dos autobronzeadores é a dihidroxiacetona (DHA), que produz a melanoidina, um pigmento de coloração semelhante à da melanina. O processo é 100% inofensivo, já que trabalha os aminoácidos das células mortas da pele. O único risco é o de pequenas manchas, devido a uma maior quantidade do produto em determinada região da pele. As manchas desaparecem num ou dois dias (veja o quadro). “Ainda assim, o método não dispensa o uso do protector solar e deve ser evitado antes da exposição ao sol,” lembra Albuquerque.
Artificiais e seguros, só mesmo os cremes. Mantenha-se longe das máquinas de bronzeamento. Apesar da tentação de ter um efeito instantâneo, o resultado a médio prazo será uma pele áspera, descamada e manchada. “O bronzeamento artificial é o principal factor de fotoenvelhecimento e de cancro de pele. E isso já depois de poucas sessões,” alerta Albuquerque. “O efeito dessas máquinas é o mesmo proporcionado pelo sol do meio-‑dia, pois contêm as mesmas radiações de raios UVA e UVB,” justifica o oncologista José Octávio Ferreira. Além de fazer mal à pele, estudos oftalmológicos concluíram que os olhos também são prejudicados.
Nenhum médico em sã consciência aprova o seu uso. Acredite, o bronzeamento artificial pode ser mais traiçoeiro que o próprio sol.
Fernando Torres
Jornalista
 

Essas radiações têm maior impacto nas pessoas brancas, loiras e de olhos claros. Isso acontece porque o organismo delas apresenta baixo teor de melanina (principal pigmento da pele, responsável pela sua coloração), oferecendo, consequentemente, pouca defesa. Os morenos, mulatos e negros, por sua vez, têm mais resistência, pois possuem alto índice de pigmentação. O bronzeado, aliás, resulta de maior produção de melanina. Ao contrário do que muitos pensam, a cor bronze não significa saúde, mas sim uma forma do organismo se proteger contra o sol.

Viciados em sol
Veja algumas características dos sunaholics (pessoas que não resistem ao desejo de apanhar sol).
- Expõem-se muito ao sol, sem se protegerem.
- Ignoram o risco de desenvolver cancro de pele.
- Sentem-se infelizes e ficam irritadiças sem os banhos de sol.
- Nunca estão contentes com o bronzeado.
- Ultrapassam os limites saudáveis de exposição aos raios ultravioletas.
Fonte. Archives of Dermatology

Como usar o creme autobronzeador
- À noite, antes de dormir, limpe e higienize a pele com algum produto esfoliante (isso irá remover as células mortas). Em seguida, seque bem todo o corpo.
- Passe o creme autobronzeador de maneira uniforme. Use um pouco menos nas articulações, como joelhos e cotovelos.
- Lave as mãos imediatamente (para evitar o risco de manchas passageiras). Se preferir, use luvas.
- Vista a roupa só quando o produto for totalmente absorvido pela pele. Pode-se visualizar o efeito após cinco horas.
- Faça a manutenção duas vezes por semana. Caso alguma região do corpo apresente manchas, esfolie o local.

Terapia natural
Além de cuidados com os protectores solares, a alimentação e a ingestão de líquidos naturais são duplamente importantes para a hidratação da pele nesta estação. Já sabe, mas vale a pena repetir, que quanto mais verduras e legumes à mesa, melhor para a pele – e para todo o organismo. Isso acontece porque o corpo capta mais facilmente as suas energias, evitando a libertação de toxinas durante o processo de digestão.
Beba água à vontade, pelo menos dois litros por dia; ela irá garantir uma boa hidratação. Os sumos naturais também caem bem. “Os melhores são os sumos concentrados, pois guardam mais de 90% das vitaminas. Os mais indicados para a pele são os de acerola e laranja, pois têm mais vitamina C”, sugere o dermatologista Moisés Albuquerque. A vitamina C, aliás, é a responsável pelo mecanismo de cicatrização da pele. Não é por acaso que a maior parte dos cremes antienvelhecimento a usam como principal componente.

in Saudelar.com

Com a Maioria, mas Errado!

"Várias pessoas foram vítimas inocentes da fúria cega da multidão, que não estava em condições de examinar calmamente a evidência. Não é no instigar a uma arruaça que o direito é exercido com imparcialidade e discernimento. Durante séculos, a Europa testemunhou o espectáculo vexatório da perseguição às chamadas "bruxas". Numa época dominada por crendices grosseiras, tanto em países católicos como protestantes, muitas mulheres foram condenadas à fogueira, sob a acusação de praticarem "bruxaria". Mesmo a mãe de João Kepler, o pai da astronomia moderna, foi acusada de ser feiticeira e foi com a maior dificuldade ue o filho já ilustre, conseguiu persuadir as autoridades da falsidade da acusação. Num clima de obscurantismo e supersitção, as multidões descarregavm os seus preconceitos cegos contra pessoas que hoje seriam classificadas como doentes mentais.

Uma verdade científica não pode ser estabelecida contando cabeças. Nicolau Copérnico preferiu que só depois da sua morte fosse publicado o seu livro revolucionário para a época, no qual propunha que o Sol, e não a Terra, estava no centro do nosso sistema planetário. Receava que se estivesse ainda vivo, poderia cair vítima da Inquisição, que reflectia as ideias retrógradas de então.

Galileu, ao defender a ideia de que a Terra se revolvia em volta do Sol, fê-lo com o risco de prisão, pois com isso ofendia a opinião da maioria.

Tudo isto ilustra o simples facto de que nem a verdade científica, nem a verdade religiosa, podem ser estabelecidas, por mero voto da maioria. Como escreve Malcolm Muggeridge, um jornalista inglês que se converteu à fé cristã há poucos anos: "O Cristianismo não é uma visão estatística da vida." Não é contando cabeças que se averigua a veracidade do evangelho. Com efeito, os seguidores de Cristo constituíam uma minoria insignificante na Palestina e mesmo três séculos mais tarde ainda, eram uma minoria no Império Romano. (...)" (1)

O próprio Jesus foi vitima de uma multidão enfurecida que gritava "Crucifica-o, Crucifica-o", preferindo que Barrabás, o criminoso, fosse solto.

Nunca acredite numa mensagem, nem a defenda como uma verdade, seja ela qual for, só porque é defendida por uma maioria. Procure, por si mesmo, qual é a verdade!...

(1) Mais Perto de Deus, Siegfried J. Schwantes